sábado, 31 de outubro de 2015

Esternocleidomaistoiquê? | Faculdade

Confesso que nestes últimos dias não tenho feito do blog uma prioridade. A verdade é que estou a atravessar uma mudança gigante na minha vida, mas que considero bastante positiva. A faculdade está a tomar algum do meu tempo neste momento e, estando fora de casa é bastante difícil conseguir tirar fotos e fazer os posts que eu adoro fazer (para quem não sabe, estou a estudar Fisioterapia em Setúbal). E é este mesmo o tema deste post: a minha experiência na faculdade, so far.


A praxe
Tal como quase toda a gente que vai entrar na faculdade, tinha algum receio da praxe. Nem sabia bem o que esperar, para ser sincera. As opiniões que já tinha ouvido eram as mais variadas e opostas. Claro que o tipo de praxe que sofremos depende de faculdade para faculdade, de curso para curso e região para região. A minha praxe foi muito à base de jogos engraçados, encher flexões, "granadas" e sermos "bonecos" nas mãos de trajados . Deu para conhecer outras pessoas e estabelecer relações mais próximas com pessoas com quem já me dava bem. Não me posso esquecer de dizer que porca e suja eram os adjetivos que melhor me descreviam nessa semana, terei claro de mencionar farinha, lama, ovos, vinagre, entre muitas outras coisas nas quais estava imersa. No último dia fui batizada e, pelo menos, para já só tenho uma madrinha mas posso escolher o um padrinho em Maio se assim o desejar. Sinceramente, gostei muito da praxe, foi uma semana bastante preenchida e dolorosa, mas muito divertida e da qual não me esquecerei! Independentemente das experiências por que outros passaram, acho que devem experimentar a praxe e fazer o vosso próprio julgamento.







As aulas
Apesar de passar quase todos os dias a dormir em pé (estando na residência é quase impossível deitar-me cedo) estou a gostar bastante das aulas. Tenho UC's muito desafiantes e todas elas são interessantes. Outro fator que acho relevante revelar é que tive 2 visitas de observação: uma ao Hospital de Setúbal e outra à SCM do Barreiro em que eu e outros colegas meus acompanhámos um dia na vida dos fisioterapeutas e gostei bastante, foi algo que me via a fazer no futuro. Portanto, fazendo um balanço geral, estou a gostar bastante do meu curso!




A Residência
Como não vivo em Setúbal, tive de mudar de casa e vivo agora na residência de estudantes da faculdade. E posso dizer-vos que é das coisas que mais estou a gostar. O barulho é constante e, por vezes desconcertante mas não me arrependo nada de ter vindo para aqui. Foi na residência onde conheci mais pessoas  e estou a gostar bastante de cá estar. Estou a dividir quarto com a minha irmã, o que por vezes é complicado, mas ao mesmo tempo é melhor do que dividir com alguém desconhecido. Outra coisa que desconhecia são as praxes da residência pelas quais tive de passar que consistiram em sujar-nos e fazer jogos, assim como em atuações de canto, dança e teatro e num leilão em que os veteranos pagam para serem nossos padrinhos. Devo dizer também que fiz uma promessa, não posso saír da "Resas" sem saber jogar ping-pong, wish me luck!






A noite
A primeira noite que saí foi para ir a um Rally-Tascas, que como devem calcular foi bastante giro. Entretanto, já fui à Festa da Semana de Acolhimento do IPS e ao Jantar de Curso e todas as quintas são dias de festa! A bebida nunca falta e a gritaria também não. O espírito académico está sempre presente, o que torna tudo muito mais divertido!




segunda-feira, 19 de outubro de 2015

She moves in her own way


Que saudades que tinha de tirar fotos! Estar por Setúbal a maior parte do tempo não ajuda, especialmente se muito desse tempo for passado a estudar. Fiquei mesmo feliz por ter conseguido arranjar um tempinho para fazer o que mais adoro fazer: fotografar. A vítima, desta vez, não foi fácil visto ela nunca querer que eu lhe tire fotos. Mas sou persistente e consegui que ela aceitasse. Gostei bastante do resultado, se há coisa que adoro em fotografia são as cores fortes e outonais e movimento. Gostei bastante desta photoshoot e acho que deixei a Patrícia a querer mais !


sábado, 26 de setembro de 2015

Despida de Medos | Tenho medo de...


"O medo é muitas vezes o muro que impede as pessoas de fazerem uma série de coisas. Claro que o medo também pode ser positivo, em certa medida ajuda a que se equilibrem alguns elementos e se tenham certas coisas em consideração, mas na maior parte dos casos é negativo, é algo que nos faz mal. (...) O pior medo é o medo de nós próprios e a pior opressão é a auto-opressão. Antes de se tentar lutar contra qualquer outra coisa, penso que é importante lutarmos contra ela e conquistarmos a liberdade de não termos medo de nós próprios." José Luís Peixoto 



"Tenho medo, medo de amar a pessoa errada, medo de perder quem eu amo, medo de chorar por alguém que fica a sorrir para mim, medo de sofrer e não ter nem uma amigo para me ajudar, tenho medo de tudo menos de tentar."  

"I am afraid, afraid to love the wrong person, afraid of losing the ones I love, afraid to cry over someone who is smiling at me, afraid of getting hurt and not even have a friend to help me, I'm afraid of everything but trying." 



"Um dos riscos de se ser calado é que as outras pessoas podem preencher o teu silêncio com a sua própria interpretação: Estás aborrecido/a. Estás deprimido/a. És timido/a. És crítico. Quando os outros não nos podem ler, escrevem a sua própria história - nem sempre uma que escolhemos ou que seja verdadeira a quem nós somos."  Sophia Dembling

"One of the risks of being quiet is that the other people can fill your silence with their own interpretation: You’re bored. You’re depressed. You’re shy. You’re judgmental. When others can’t read us, they write their own story—not always one we choose or that’s true to who we are."  Sophia Dembling



"O que há de mais vulgar em todos nós é termos medo de sermos ridículos." Fernando Pessoa

"What's most common in all of us is the fear of being ridiculous." Fernando Pessoa


"Confiar na vida significava que ela tinha que parar de tentar controlá-la -  significava libertar-se em não saber. E estar bem com isso. Não significava entender, mas viver plenamente de qualquer maneira. Ou talvez viver plenamente por causa disso."

"Trusting life meant she had to stop trying to control it - it meant releasing into not knowing. And being okay with that. It meant not understanding, but living fully anyway. Or maybe living fully because of that."



"Chegará um momento em que todos nós estaremos mortos. Todos nós. Chegará um momento em que não existirão seres humanos que restem para lembrar que ninguém jamais existiu ou que a nossa espécie nunca fez nada. Não haverá ninguém para lembrar Aristóteles ou Cleópatra, muito menos tu. Tudo o que fizemos e construímos e escrevemos e pensámos e descobrimos será esquecido e tudo isto terá sido em vão. Talvez esse momento se aproxime e talvez esteja a milhões de anos de distância, mas mesmo que sobrevivamos ao colapso do nosso Sol, não vamos sobreviver para sempre. Houve um tempo antes de os organismos experimentarem consciência, e haverá tempo depois. E se a inevitabilidade do esquecimento humano te preocupa, encorajo-te a ignorá-la. Deus sabe que é o que toda a gente faz." John Green

“There will come a time when all of us are dead. All of us. There will come a time when there are no human beings remaining to remember that anyone ever existed or that our species ever did anything. There will be no one left to remember Aristotle or Cleopatra, let alone you. Everything that we did and built and wrote and thought and discovered will be forgotten and all of this will have been for naught. Maybe that time is coming soon and maybe it is millions of years away, but even if we survive the collapse of our sun, we will not survive forever. There was time before organisms experienced consciousness, and there will be time after. And if the inevitability of human oblivion worries you, I encourage you to ignore it. God knows that’s what everyone else does.” John Green


"O teu tempo é limitado, por isso não o gastes a viver a vida de mais ninguém. Não deixes que o barulho da opinião dos outros cale a tua própria voz interior. E o mais importante: tem coragem de seguir o teu coração e a tua intuição. Eles de alguma forma já sabem no que realmente te queres tornar. Tudo o resto é secundário." Steve Jobs

"Your time is limited, so dont waste it living someone elses life. Dont let the noise of others opinions drown out your own inner voice. And most importantly, have the courage to follow your heart and intuition. They somehow already know what you truly want to become. Everything else is secondary." Steve Jobs



"Admitir a nossa história pode ser difícil, mas não é tão difícil como passar a nossa vida a fugir dela. Abraçar as nossas vulnerabilidades é arriscado, mas não é tão perigoso como desistir do amor e de pertencer a algo e da alegria - as experiências que nos tornam mais vulneráveis. Apenas quando somos corajosos o suficiente para explorar a escuridão é que vamos descobrir o poder infinito da nossa luz."  Brené Brown

“Owning our story can be hard but not nearly as difficult as spending our lives running from it. Embracing our vulnerabilities is risky but not nearly as dangerous as giving up on love and belonging and joy—the experiences that make us the most vulnerable. Only when we are brave enough to explore the darkness will we discover the infinite power of our light.” Brené Brown



Todos temos os nossos medos e as nossas inseguranças. Tudo o que nos faz pensar duas vezes em arriscar por não conhecermos o futuro e as consequências das nossas ações. No fim de tudo, o maior medo é o próprio medo. Medo de se despir da própria pele, medo de se expor e de mostrar o verdadeiro eu com as suas qualidades, defeitos, pontos fortes e fracos. 
No dicionário, uma das definições de medo é ausência de coragem. Pois digo-vos que discordo completamente. O medo está sempre presente nas nossas vidas e no nosso dia-a-dia. O receio de fazer algo que nos deixa desconfortáveis é uma constante. Mas os corajosos não são aqueles que não têm medo, são aqueles que, apesar do medo, decidem ir além dele e o tentam ultrapassar. Mesmo que isso implique confiar ou ser julgado ou ser vulnerável ou ser irrelevante ou ser alvo da opinião dos outros ou perder quem mais amamos. 









domingo, 13 de setembro de 2015

Yes, the river knows









Este casaco é agora uma das minhas peças favoritas. Quando o vi na Bershka não resisti em comprá-lo. Usei-o em Dornes que, como podem ver, é espetacular e a vista é o máximo. Obviamente que aproveitei para dar um mergulho no rio com as amigas! 

Com este post trago também novidades muito especiais: vou agora para a faculdade! Entrei no curso de Fisioterapia em Setúbal e, devido à distância vou ter de mudar de casa para uma residência. Estou bastante nervosa e ansiosa por esta nova etapa da minha vida. Só espero que corra tudo pelo melhor, wish me luck!

This jacket is now one of my favorite pieces of clothing. When I saw it in Bershka I could not resist buying it. I used it in Dornes which, as you can see, is spectacular and the view is the best. Obviously I took  a dip in the river with my friends!

With this post I also wanted to bring you some very special news: I'm going to college! I got in Physiotherapy in Setúbal and because of the distance I have to move from my house to a residence. I am quite nervous and anxious for this new stage of my life. I just hope everything goes for the best, wish me luck!