quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Tallin, Estónia | 14-10-2018

Como disse na publicação anterior, parti de Tallin para ir a Helsínquia, mas voltei para Tallin no mesmo dia, pois foi em Tallin que passámos a noite e no dia seguinte, aproveitámos para passear pela cidade. Confesso que fiquei muito surpreendida com a cidade, por ter uma vibe muito cozy e medieval. Acho que, dos países bálticos, foi o que mais gostei de visitar.

Dos primeiros lugares que visitámos, destacaram-se dois miradouros espectaculares, que nos permitem ter uma vista lindíssima Tallin. O primeiro fica perto da Casa do Governo, no alto de uma colina, na parte mais alta da cidade e permite-nos ter uma vista sobre a parte mais antiga da cidade e o segundo (Kohtu) permite-nos ver a parte mais nova da cidade. Existe ainda um outro no alto da Dome Church que deve ter uma vista ainda mais espetacular mas não tivemos oportunidade de ir a esse, pois para além de termos pouco tempo para ver tudo, esse era o único que se pagava.
No que diz respeito a museus, visitámos o da fotografia, que ficou um bocadinho aquém e o Health Care Museaum, que confesso que adorei, visto que também estou a tirar um curso na área da saúde, é algo que me interessa e achei este museu super completo e interessante.
Passámos também pela Catedral Ortodoxa Alexander Nevsky, de estilo neobizantino, e que esteve quase para ser destruída por representar um marco da ocupação soviética no país. Passámos ainda pela Town Hall Square, que é a principal praça da cidade.
Por fim, visitámos Telliskivi Creative City localizada num antigo complexo industrial, onde se podem ver várias paredes cheias de graffitis, estabelecimentos em formatos muito criativos, como por exemplo em café dentro de um comboio e diversas formas de arte.

Espero muito que tenham gostado desta publicação e que me continuem a acompanhar nesta aventura. A próxima publicação será a última desta série e será sobre a minha viagem a Varsóvia. Comentem aquilo que acharam mais interessante e se tiverem alguma sugestão ou pergunta, deixem também nos comentários.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Helsínquia & Suomenlinna, Finlândia | 13-10-2018

Hoje venho falar-vos da minha viagem à Finlândia, quando estive de Erasmus. Tenho imensa pena de só ter podido lá estar um dia, visto que foi dos países que mais gostei de visitar e, sem dúvida que um dia gostava de voltar e explorar muito mais aquilo que o país tem para oferecer. Ainda assim, consegui ver um pouco de Helsínquia e visitar também a ilha de Suomenlinna e partilho convosco as fotos que tirei nesse dia.
Eu e a minha colega partimos de Siauliai para Tallin, na Estónia, pois foi a partir daí que conseguimos apanhar o barco que vai para Helsínquia. A nossa primeira paragem foi pelo mercado mais famoso da cidade "Market Square", onde se vendem os mais diversos produtos e comidas tradicionais finlandesas. Tomámos por lá o nosso pequeno-almoço e seguimos viagem em direção ao Monumento A Sibellius, localizado no parque com o mesmo nome. Este teria sido construído em homenagem ao compositor finlandês Jean Sibellius e é por essa razão que se assemelha aos tubos de um órgão. 
Não quisemos deixar de visitar a Praça do Senado e a Catedral de Helsínquia, que são os principais pontos turísticos da cidade e estão cercadas por vários edifícios imponentes, como o edifício central da Universidade de Helsínquia ou o Palácio do Concelho de Estado. 
Um dos museus mais conhecidos da Fnlândia é o HAM (Helsinki Art Museaum) e tentámos lá entrar, mas as exposições eram um bocado caras e portanto aproveitámos apenas a parte do cinema que tinha figuras de alguns dos meus personagens cinematográficos preferidos e vimos ainda uma exposição de fotografia que era grátis.
Passámos ainda pelo Temppeliaukio Kirkko, que é uma igreja que foi construída a partir de uma grande rocha de granito que se encontrava no local. Infelizmente, não conseguimos entrar, mas deu para ver que era um edifício bastante fora do normal. Além deste, passámos também pela Uspenski Cathedral, também conhecida pela "red church", que se destaca bastante na paisagem.

Na parte da tarde, decidimos visitar a ilha de Suomenlinna, conhecida pela sua fortaleza. Para isso apanhámos um ferry, a partir da zona do Market Square. A fortaleza de Suomenlinna foi considerada Património Mundial da Humanidade pela UNESCO, daí a nossa curiosidade em visitá-la, além do facto de a ilha ser muito bonita, ter paisagens fantásticas e transmitir muita tranquilidade. Pudemos ainda ver um submarino, pelo meio. Sem dúvida, vale a pena visitar. 

De um modo geral, gostei imenso da viagem, o outono é lindo na Finlândia! Mas como já referi, senti que foi muito pouco tempo, nem sequer conseguimos entrar em museus ou experimentar as famosas saunas finlandesas. Quem sabe um dia, lá voltarei.
Brevemente, irei partilhar convosco as restantes viagens que fiz em Erasmus, nomeadamente a Tallin na Estónia e a Varsóvia na Polónia. Espero que estejam a gostar desta minha série de viagens e se tiverem alguma pergunta ou sugestão, podem deixar nos comentários.




quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Filmes | BOHEMIAN RHAPSODY

As críticas feitas a este filme já são bastantes e muito divergentes entre si e, como tal, quis tirar as minhas próprias conclusões. Já há imenso tempo que tinha visto o trailer de Bohemian Rhapsody e andava mortinha por ver o filme. Para já sou uma enorme fã do Rami Malek e estava com as expectativas em alta, pela performance dele enquanto Freddie Mercury (quem já viu Mr. Robot sabe do que falo). Além disso, adoro filmes biográficos de bandas de rock e portanto não ia de todo perder este.

Este filme centra-se essencialmente na vida e carreira dos Queen, mas em especial do seu vocalista,  Freddie Mercury, e da sua ascensão à fama e sucesso. Centra-se muito na sua vida pessoal, relação com os colegas da banda e no seu processo musical. Mostra como foram criados alguns dos maiores hits da banda, as origens de Freddie, e também nos mostra a sua vida amorosa, nomeadamente com Mary, para quem escreveu Love Of My Life e como continuaram a amar-se, mesmo depois de Freddie ter admitido ser homossexual. Uma das cenas mais emblemáticas do filme, na minha opinião, é sem dúvida o Live Aid, que aconteceu anos depois dos Queen se terem separado e depois de Freddie descobrir que tinha SIDA.


Achei o filme super comovente, por vezes cómico e ainda estou sem palavras para a performance magnífica do Rami Malek. É sem dúvida notório que não foram apenas a dentadura e as roupas extravagantes que o fizeram de Freddie, como já muita gente disse, mas sim a sua interpretação, os gestos, a sua presença e os pormenores mais insignificantes que fazem toda a diferença. 
Sem querer dar mais spoilers, acho que é um filme que vale totalmente a pena ver, especialmente para os fãs de Queen e para quem, tal como eu, não pode perder um bom filme, com excelentes interpretações e uma história de vida tão inspiradora como é a de Freddie Mercury.